Você não precisa enfrentar isso sozinha.
Proteção jurídica com acolhimento, sigilo e ação imediata.
Quando uma mulher enfrenta violência doméstica, assédio ou qualquer forma de abuso, ela precisa de mais do que orientação jurídica — precisa de alguém que entenda a complexidade emocional do momento e saiba agir com rapidez.
Como advogada especializada em Direitos da Mulher, minha atuação vai além do processo. Começo pela escuta sem pressa, sem julgamento. Depois, traço uma estratégia jurídica que priorize sua segurança e a dos seus filhos. Se o caso exigir urgência, tenho experiência para conseguir medidas protetivas em poucas horas
.Conheço a rede de proteção de Campinas e região: Delegacia da Mulher, CREAS, abrigos, juizados e trabalho em conjunto com esses órgãos para garantir que a proteção seja completa: legal, física e emocional.
Proteção jurídica com escuta ativa, estratégia personalizada e conhecimento da rede de apoio local. Atendimento no mesmo dia para casos de urgência.
Proteção da mulher
Atuo em todas as situações que envolvem a proteção dos direitos da mulher, desde a prevenção até a ação judicial imediata. Conheça as áreas em que posso ajudar:
Violência contra a mulher não é só agressão física. A lei reconhece cinco formas: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Muitas mulheres vivem anos em situações de abuso sem perceber que têm direito à proteção.
Se você está em risco, a medida protetiva é o instrumento mais rápido para afastar o agressor. A Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) garante que o juiz pode determinar o afastamento do lar, proibição de contato e outras medidas em até 48 horas após o pedido.
Quando o casamento é marcado por violência, o divórcio exige cuidado redobrado. Trabalho com estratégias que priorizam o afastamento do agressor antes de iniciar a discussão sobre bens e guarda.
Assédio no trabalho, na rua ou em qualquer ambiente é crime. Meu papel é garantir que sua voz seja ouvida e que o responsável responda pelos seus atos.
Quando o parceiro controla seu dinheiro, impede que você trabalhe, destrói seus bens — isso é violência patrimonial. É reconhecida pela Lei Maria da Penha e pode ser combatida judicialmente.
A mulher gestante tem proteção especial garantida pela Constituição e pela CLT. Estabilidade no emprego, licença-maternidade e direito à amamentação são direitos que nenhum empregador pode negar.
Ligue 190 (Polícia) ou 180 (Central da Mulher). Depois, me procure para a proteção jurídica.
Diferenciais
Escolher quem vai proteger você em um momento tão delicado é uma decisão que precisa de confiança. Veja o que diferencia meu atendimento:
Quando a situação é de risco, não dá para esperar. Casos de violência doméstica e pedidos de medida protetiva têm prioridade absoluta na minha agenda — com retorno em poucas horas.
Todas as conversas são protegidas pelo sigilo profissional. Meu escritório é um espaço seguro — e se você não pode sair de casa, atendo por videoconferência em horários discretos.
Trabalho em articulação com a Delegacia da Mulher de Campinas, CREAS, Centro de Referência da Mulher e abrigos da região. Proteção jurídica sozinha não basta — conecto você a toda a rede de apoio.
Sei que muitas mulheres demoram para buscar ajuda por vergonha, medo ou culpa. Aqui, nenhuma pergunta é boba e nenhuma decisão passada será julgada. Meu único objetivo é garantir sua segurança a partir de agora.
Antes de qualquer compromisso, você sabe exatamente o investimento envolvido. Para mulheres em situação de vulnerabilidade econômica, oriento sobre a assistência jurídica gratuita disponível em Campinas.
FAQ
Agende uma Consulta Agora!
Se você está vivendo uma situação de violência, ameaça ou qualquer forma de abuso — o primeiro passo é falar com alguém que pode ajudar de verdade. Uma advogada de Direitos da Mulher em Campinas pode ser a diferença entre continuar em risco e começar a se proteger hoje.
Entre em contato com a Dra. Andreia Natal. O atendimento é sigiloso, sem julgamento e focado na sua segurança. Casos urgentes são atendidos no mesmo dia.
Em perigo imediato? Ligue 190 (Polícia) ou 180 (Central da Mulher).